
Ainda dá tempo: por que o segundo semestre é o momento ideal para investir em inovação
Há uma crença silenciosa mas amplamente difundida no mundo dos negócios: a de que o planejamento estratégico e a inovação são forças opostas. De um lado, o desejo por estruturas, metas e previsibilidade. Do outro, a necessidade urgente de criar o novo, adaptar-se, experimentar e mudar. O que observamos de forma consistente é que as organizações que mais inovam com relevância, escala e continuidade são justamente aquelas que tratam o planejamento estratégico como base. E se há uma convicção que a Co-Viva desenvolveu ao longo da última década de trabalho com inovação organizacional é esta: não há inovação consistente e transformadora sem clareza de propósito, alinhamento estratégico e método bem definido.












