IA entrou no comitê executivo. A cultura de inovação da empresa não foi convidada.- Blog CO-VIVA

A inteligência artificial virou pauta recorrente nas reuniões de diretoria. Hoje, muitas empresas já reservam parte do orçamento para “fazer algo com IA”. O problema é que poucas desenvolveram a cultura de inovação necessária para transformar essa tecnologia em resultados concretos. E é justamente aí que o investimento começa a se perder.Esse movimento é compreensível. A pressão vem de todos os lados: do conselho, do mercado e dos concorrentes, que anunciam novas iniciativas de IA a todo momento. Como resposta, muitas empresas compram licenças de ferramentas, contratam um Chief AI Officer ou criam um comitê dedicado ao tema. Mas, sozinha, nenhuma dessas medidas resolve o problema.

Por que treinamento de inovação não muda comportamento sem prática guiada- Blog CO-VIVA

Quantos treinamentos de inovação sua empresa pagou nos últimos três anos? Agora a pergunta que importa: quantos mudaram alguma coisa de verdade?Se a resposta te incomoda, saiba que esse padrão se repete em muitas organizações. O time passa dois dias imerso, sai animado, cheio de post-its coloridos. Na segunda-feira, volta para a mesma rotina, tomando as mesmas decisões de sempre. Três semanas depois, ninguém lembra direito o que aprendeu.

Governança de IA não é freio. É o que permite escalar – Blog CO-VIVA

Em 2026, as empresas que mais avançam em IA não são as que abrem mão de controle, mas as que conseguem transformar controle em governança efetiva.Parece contraintuitivo, porque a palavra governança carrega um cheiro de burocracia, comitê e formulário. Mas quem trata governança de IA como freio está confundindo o cinto de segurança com o pedal, porque o cinto não existe para fazer o carro andar mais devagar, e sim para permitir que ele ande rápido sem perder o controle na primeira curva.

O CAIO chegou ao boardroom. E agora? – Blog CO-VIVA

Em janeiro de 2024, o cargo de Chief AI Officer mal existia fora de um punhado de gigantes de tecnologia. Hoje, ele é o assento mais disputado da mesa executiva, e o crescimento é vertiginoso. Um estudo recente com CEOs, de 2026, apontou que a fatia de organizações com um Chief AI Officer designado subiu para 76%, contra apenas 26% um ano antes. No Brasil, o movimento chegou com o atraso de praxe e a mesma força: ao longo de 2026, grandes empresas passaram a anunciar seus CAIOs como prova de que levam a pauta de IA a sério.O problema é que anunciar o cargo e resolver o problema são coisas diferentes. E a maioria das empresas está confundindo as duas.

Metade do ano já passou: sua estratégia ainda faz sentido?

Em janeiro, sua empresa provavelmente fez um bom planejamento. Reuniu o time, alinhou metas, definiu prioridades, montou a apresentação. E depois guardou tudo numa pasta que ninguém mais abriu.Percebe como o planejamento anual virou um ritual de fé? A gente acredita nele em janeiro, esquece em fevereiro e só descobre em dezembro que a rota estava errada desde março. Acontece com mais empresas do que se admite em reunião de diretoria, e o motivo é quase sempre o mesmo: ninguém marcou na agenda o dia de voltar ao plano. E quando ninguém volta ao plano, o que trava primeiro costuma ser o dinheiro.

Inovar por inovar acabou. A era da inovação com ROI chegou.

Por mais de uma década, a palavra “inovação” funcionou nas grandes empresas brasileiras como um cheque em branco. Justificou laboratórios paralelos, hackathons recorrentes, programas de aceleração com pouco vínculo com o negócio principal e métricas confortáveis (número de startups acompanhadas, número de provas de conceito iniciadas, número de pessoas envolvidas). O que raramente aparecia era a métrica que importa em qualquer outra área da companhia: receita gerada, custo reduzido, margem alterada.Esse modelo está acabando, e os dados dos últimos meses mostram com clareza para onde a inovação corporativa está indo.

IA agêntica: do piloto ao resultado real

A maioria das empresas brasileiras está em um momento desconfortável com IA. Investiu, anunciou, contratou fornecedor, rodou piloto, e não consegue mostrar impacto no resultado. A pesquisa Panorama 2026, da AmCham Brasil em parceria com a Humanizadas, ouviu 629 executivos de médias e grandes companhias e encontrou um descompasso: 61% dos líderes não percebem impacto relevante dos investimentos que já fizeram em IA, e apenas 3% conseguiram converter essas iniciativas em receita nova ou vantagem competitiva.

7 Dicas para Planejar e Facilitar Treinamentos com Mais Criatividade, Inovação e Resultados Tangíveis

A grande ilusão do RH moderno é acreditar que “conteúdo disponibilizado” é sinônimo de “colaborador capacitado”. A maioria dos treinamentos falha porque eles são desenhados como interrupções no fluxo de trabalho, e não como parte integrante dele. Isso vale tanto para a sala de aula corporativa quanto para a plataforma online: se o treinamento não se conecta com o que o colaborador faz no dia seguinte, ele não gera mudança. Para romper com o ciclo da “obesidade mental” (muita informação, pouca prática), aqui estão 7 dicas práticas para planejar e facilitar treinamentos com criatividade e foco em resultados.

O que eu aprendi no SXSW 2026 e como isso vai moldar o futuro

Passei sete dias imerso no SXSW 2026 e voltei com uma notícia que pode ser boa ou ruim para o seu negócio, e que só reforça uma convicção que eu já tinha: não estamos mais explorando o potencial da tecnologia; agora, lidamos com suas implicações reais nos negócios e na sociedade.

Inovação em 2026: por que foco e disciplina serão mais importantes do que boas ideias

Esse ano você não vai conseguir improvisar. Entre Copa do Mundo, eleições municipais, feriados prolongados e a aceleração da IA generativa, o calendário já nasce comprimido. Nesse contexto, empresas que ainda tratam inovação como um evento pontual aquele workshop inspirador ou o hackathon anual tendem a consumir recursos sem transformar isso em resultado concreto.

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